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	<title>Cortes de Cima &#187; Historia</title>
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	<description>Alentejo, Portugal Family Vineyards</description>
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		<title>Vinhos de Portugal 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 14:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carrie</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fonte: João Paulo Martins, Vinhos de Portugal 2012. Publicações D. Quixote

Cortes de Cima Reserva 2008 18 pontos
Aqui temos muito boa fruta e madeira de excelente qualidade, tudo a contribuir para um aroma rico, complexo e cheio de classe. Muito bem na prova de boca, afinado pelo tempo, mas a manter uma boa margem de progressão em cave. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Fonte: <a href="http://www.fnac.pt/Vinhos-de-Portugal-2012-Joao-Paulo-Martins/a515680">João Paulo Martins, <em>Vinhos de Portugal 2012</em>. Publicações D. Quixote</a></p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-8372" href="http://cortesdecima.com/general/portugues-vinhos-de-portugal-2012/attachment/press-vinhos-2012-setembro2011-3/"><img class="aligncenter size-full wp-image-8372" title="Press-Vinhos 2012 -Setembro2011" src="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2011/10/Press-Vinhos-2012-Setembro20112.png" alt="" width="184" height="292" /></a></p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/reserva/">Cortes de Cima Reserva </a></strong><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/reserva/">2008</a></strong> 18 pontos</p>
<p>Aqui temos muito boa fruta e madeira de excelente qualidade, tudo a contribuir para um aroma rico, complexo e cheio de classe. Muito bem na prova de boca, afinado pelo tempo, mas a manter uma boa margem de progressão em cave. Este precisa de excelentes copos, petisco à altura e um momento especial.</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/hans-christian-andersen/">Homenagem a Hans Christian Andersen 2008</a> </strong>18 pontos</p>
<p>Feito apenas de syrah, homenageia o escritor dinamarquês que viveu alguns meses em Portugal. (…) Muito macio na boca, cheio, com notas achocolatadas, taninos resguardados e um estilo que está mais alentejano que australiano, seria seguramente, pensamos, muito mais do agrado do escritor do Velho Mundo.</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/petit-verdot/">Petit Verdot 2008 </a></strong>17,5 pontos</p>
<p>O vinho mostra-se muito carregado na cor e o armo evidencia as notas florais e verdes que esta casta costuma apresentar (…) Final macio e longo, é um tinto quer para a mesa quer para a cave, sempre em copos largos e com muita atenção à temperatura, que não deverá exceder os 18º.</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/touriga-nacional/">Touriga Nacional 2008</a></strong> 17 pontos</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/aragonez/">Aragonez 2008</a></strong> 16 pontos</p>
<p>(…) Na boca está mais vivo de aromas, com notas de boa fruta madura e um estilo mais acessível, macio e envolvente (…) Está um bom tinto.</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/syrah/">Syrah 2009</a></strong> 16 pontos</p>
<p>Este syrah é sempre muito mais australiano no estilo do que propriamente europeu, mas funciona sempre bem, com notas abundantes de frutos pretos, chocolate amargo e uma tonalidade vegetal que acaba por dar uma certa alegria ao aroma. Na boca é bem mais elegante do que se poderia imaginar. Está a dar uma boa prova e pode ser apreciado já, com carne vermelhas grelhadas, por exemplo.</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/trincadeira/">Trincadeira 2009</a></strong> 16 pontos</p>
<p>Esta colheita mostra logo no ataque as notas da casta, com alguns pimentos vermelhos e ligeiro floral. Muito bem na boca, está capaz de muito boa prova, tem finura de taninos e o equilíbrio entre as várias componentes não obriga a mais tempo de cave. Clara vocação para a mesa.</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/cortes-de-cima/">Cortes de Cima 2009</a></strong> 15,5 pontos</p>
<p>Aroma com notas doces, sugerindo fruta muito madura combina um perfil moderno, bem proporcionado, com alguma percepção de madeira</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/chamine-branco/">Chaminé Branco 2010</a></strong> 15,5 pontos</p>
<p>Surge no aroma com profusas notas de vegetal verde, um toque de espargos, sensações de fruta branca como ameixa, pêra, ao lado de um floral bem interessante. Muito fino na prova de boca, elegante e capaz de ser excelente companhia para peixes delicados. Todo ele bem proporcionado.</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/chamine/">Chaminé 2010</a></strong> 15,5 pontos</p>
<p>Cor concentrada, aroma vivo com muito boa percepção de fruta, denso e com razoável austeridade, atendendo a que se trata de um vinho de entrada de gama. Muito bom porte na boca. Tem boa densidade aromática, a acidez e taninos cooperam muito bem, ligeira doçura residual.</p>
<p><strong><a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/courela">Courela 2009</a></strong> 14,5 pontos</p>
<p>Ligeiro na cor, notas doces no aroma, compota e chocolate de leite. A mesma sensação na boca, com alguma doçura a tornar o vinho um pouco enjoativo, mas há, dizem, quem goste!</p>
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		<title>Acerca de tremores de terra e barragens no Alentejo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 May 2011 09:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carrie</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já sentimos numerosos tremores de terra durante as poucas décadas que vivemos no Alentejo, embora nenhum de magnitude capaz de provocar danos materiais – nem uma garrafa de vinho partida! A maior parte dos tremores de terra tiveram os seus epicentros em Espanha, no Algarve ou a sudoeste da costa atlântica. Porém, não deixamos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já sentimos numerosos tremores de terra durante as poucas décadas que vivemos no Alentejo, embora nenhum de magnitude capaz de provocar danos materiais – nem uma garrafa de vinho partida! A maior parte dos tremores de terra tiveram os seus epicentros em Espanha, no Algarve ou a sudoeste da costa atlântica. Porém, não deixamos de estar preocupados. Cortes de Cima está localizada numa zona de <a href="http://www.cge.uevora.pt/dams/proceedings-dams.pdf" target="_blank">duas falhas activas</a>: a falha Vidigueira-Moura (VMF), com 65 km de comprimento e orientação leste-oeste, cuja taxa média de deslocamento vertical é de 0,06 a 0,08 mm/ano; e a falha do Alqueva (AF), com 7,5 km de comprimento, localizada a 2,5 km a norte da VMF e com uma taxa média de deslocamento de 0.02 mm/ano.</p>
<p>Para complicar este cenário, em 2002, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Alqueva" target="_blank">a barragem do Alqueva</a>, com os seus 96 metros de altura, o maior lago construído pelo homem, foi edificada sobre a zona de falha do Alqueva, a um raio de uns meros 25 km da nossa adega. “Para além da ameaça de rutura da barragem, a falha normal pode funcionar como uma passagem de fuga do reservatório de água para falha da Vidigueira que lhe subjaz, podendo provocar desabamantos nesta estrutura de importância regional.” &#8211; (copernicus.org)</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-7882" href="http://cortesdecima.com/general/earthquakes-in-the-alentejo/attachment/building-alqueva-2002/"><img class="aligncenter size-medium wp-image-7882" title="Building Alqueva 2002" src="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2011/05/Alqueva-300x171.jpg" alt="" width="300" height="171" /></a></p>
<p>Portugal continua a ter a dúbia honra de ter experienciado um dos mais mortais tremores de terra da História. “O tremor de terra que atingiu Lisboa em 1755, também conhecido como o Grande Tremor de Terra de Lisboa, ocorreu a 1 de Novembro de 1755, com uma magnitude estimada de 8,5-9,0, e a ele seguiram-se incêndios devastadores e um tsunami, causando uma destruição quase total de Lisboa e das áreas adjacentes. O epicentro localizou-se no Oceano Atlântico, a cerca de 200 km (120 milhas) a oés-noroeste do Cabo de São Vicente. Estima-se que apenas em Lisboa tenham morrido entre 10 000 e 100 000 pessoas, o que o torna um dos sismos mais mortais da História.”  &#8211; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sismo_de_Lisboa_de_1755" target="_blank">Wikipedia</a>.</p>
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		<title>Cortes de Cima O Filme</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:50:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carrie</dc:creator>
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Este é o filme da nossa história, da nossa filosofia, das nossas vinhas e do nosso estilo de vinificação, realizado no decorrer da vindima de 2010.

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<p>Este é o filme da nossa história, da nossa filosofia, das nossas vinhas e do nosso estilo de vinificação, realizado no decorrer da vindima de 2010.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/yjtypDO26Bk" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/yjtypDO26Bk"></embed></object></p>
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		<title>Carta de ano novo</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 19:58:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carrie</dc:creator>
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		<description><![CDATA[2010 – reminiscências de um ano que passou.
Um ano manchado pelo acidente do Hans no seu Cessna 182, que em Outubro, ao aterrar, embateu numa árvore, aqui, nas Cortes de Cima, devido a uma falha no motor a baixa altitude. Miraculosamente, a única perda foi a avioneta, e a única lesão foi uma fractura na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2010 – reminiscências de um ano que passou.</p>
<p>Um ano manchado pelo acidente do Hans no seu <a href="http://cortesdecima.com/pt/general/a-danish-flying-winemaker-in-the-alentejoa-danish-flying-winemaker-in-the-alentejo/">Cessna 182,</a> que em Outubro, ao aterrar, embateu numa árvore, aqui, nas Cortes de Cima, devido a uma falha no motor a baixa altitude. Miraculosamente, a única perda foi a avioneta, e a única lesão foi uma fractura na lombar, que está lentamente a melhorar permitindo-lhe já mobilidade total. As suas escapadelas aéreas foram noticiadas a nível nacional, e ficámos sensibilizados pelas demonstrações de preocupação que chegaram um pouco de todo o lado.</p>
<p>Em Setembro, a meio de <a href="http://cortesdecima.com/pt/general/vintage-report-2010/">uma vindima complicada (a nossa décima quinta)</a>, Hans fez 70 anos. Tornámos a ocasião numa celebração com todos os empregados, e eu gravei as canções e as festividades no <a href="http://www.youtube.com/cortesdecima#p/u/11/EHEe2fCHmQQ   " target="_blank">Youtube</a>, onde às vezes publico vídeos sobre o trabalho na adega. Isto quando não estou ocupada a actualizar a nossa página das <a href="http://www.facebook.com/cortesdecima" target="_blank">Cortes de Cima no Facebook</a>! Temos agora mais de 2000 amigos! Vão lá espreitar, aos dois sites!</p>
<p>O tempo foi a maior culpado das nossas aflições na vindima. O Inverno de 2009/10 foi muito húmido, com uma média de precipitação 4 vezes superior ao normal, e o Verão foi excessivamente quente, tendo-se registado temperaturas recorde. O Inverno de 2010/11 parece querer imitar a chuva excessiva do anterior, apesar de, até à data, estar mais ameno. Vemo-nos forçados a repensar as variedades e a localização das vinhas para acompanharmos as mudanças constantes dos padrões climáticos. Na nossa procura por novos microclimas, em 2010 fizemos a primeira apanha de uvas brancas nas nossas novas vinhas, plantadas há três anos, em Milfontes, a oeste das Cortes de Cima e a 4 quilómetros da costa atlântica. Em 2010, o nosso primeiro varietal de <a href="http://cortesdecima.com/pt/awards/petit-verdot-the-search-for-new-varietals-for-a-warming-alentejo/" target="_blank">Petit Verdot</a> foi comercializado numa edição muito limitada. Esta é uma casta francesa que prospera no calor alentejano.</p>
<p>Em Maio, Hans e eu juntámo-nos a um grupo de enólogos portugueses numa viagem à <a href="http://cortesdecima.com/pt/general/a-portuguese-orient-express-shanghai/" target="_blank">China, Beijing, Xangai e Hong Kong</a> que, além dos eventos vínicos, incluiu uma visita à Grande Muralha, assim como à Expo Xangai 2010, onde pudemos beber o nosso vinho no pavilhão português! Tendo em conta os longos anos que o Hans e eu vivemos na Malásia, foi uma viagem que muito nos entusiasmou.</p>
<p>Em Junho, Ulla, Thomas e Mats, da Royal Danish Opera, participaram no <a href="http://cortesdecima.com/tourism/annual-summer-vineyard-concert/" target="_blank">8º Concerto Anual de Verão</a>, presenteando uma audiência amante de vinho e de música com <a href="http://cortesdecima.com/pt/events-eventos/singing-the-portuguese-national-anthem-for-the-world-cup-victory/" target="_blank">o Hino português</a>, celebrando a vitória de Portugal sobre a Coreia do Norte por 7-0 no Campeonato do Mundo de Futebol.</p>
<p>Desejo a todos muita saúde, felicidade e prosperidade para o novo ano! Hans e Carrie Jorgensen</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-6818" href="http://cortesdecima.com/general/a-new-years-letter/attachment/xmas-2010-2/"><img class="aligncenter size-large wp-image-6818" title="Xmas 2010" src="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2011/01/xmas20101-800x531.jpg" alt="" width="400" /></a></p>
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		<title>Um enólogo dinamarquês pioneiro em Portugal</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 09:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carrie</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Passaram quarenta e sete anos desde que Hans Kristian Jorgensen chamou à Dinamarca a sua casa. Este fim-de-semana irá voltar para uma curta visita (não é fácil afastá-lo das suas vinhas por muito tempo) para participar no Silkeborg Vinfestival, organizado pelo nosso importador dinamarquês HJ Hansen. Hans e a sua mulher, Carrie, vão dar a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Passaram quarenta e sete anos desde que <a href="http://cortesdecima.com/pt/about/people/">Hans Kristian Jorgensen</a> chamou à Dinamarca a sua casa. Este fim-de-semana irá voltar para uma curta visita (não é fácil afastá-lo das suas vinhas por muito tempo) para participar no <a href="http://www.hjhansen-vin.dk/FileExplorer/fetchfile.aspx?file=13592">Silkeborg Vinfestival</a>, organizado pelo nosso importador dinamarquês <a href="http://www.hjhansen-vin.dk/">HJ Hansen</a>. Hans e a sua mulher, Carrie, vão dar a provar os seus vinhos premiados a enófilos dinamarqueses, curiosos e interessados em saber como um conterrâneo se tornou num dos enólogos mais conceituados em Portugal.</p>
<p>Hans nasceu em <a href="http://maps.google.dk/maps?hl=da&amp;q=Skals%20Hojskole&amp;um=1&amp;ie=UTF-8&amp;sa=N&amp;tab=wl">Skals Højskole</a>, Jutland, na Dinamarca, alguns meses após a ocupação alemã deste país, a 9 de Abril de 1940. Filho de um professor e de uma especialista em economia doméstica, Hans teve cinco irmãs e foi o único rapaz. Pouco depois de terminada <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Occupation_of_Denmark">a ocupação alemã</a> (5 de Maio de 1945), a família mudou-se para <a href="http://maps.google.dk/maps?hl=da&amp;tab=wl&amp;q=Hald%20Ege">Hald Ege</a>, perto de Viborg. Hans lembra-se da mudança, que calhou no dia do seu quinto aniversário e, por isso, deixaram-no sentar-se no cimo da carrinha de transporte. Mais tarde, a família foi viver para <a href="http://maps.google.dk/maps?hl=da&amp;tab=wl&amp;q=Thorum%20in%20Salling">Thorum, em Salling</a>. Hans frequentou a Viborg Privatskole, estudou para entrar na faculdade, em engenharia, em Roslev, e tirou o curso de engenharia mecânica na Aalborg Maskinskole.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4951" href="http://cortesdecima.com/general/a-danish-winemaker-pioneer-in-portugal/attachment/young-hans/"><img class="aligncenter" title="Young Hans" src="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2010/04/Young-Hans-300x225.jpg" alt="" width="200" /></a></p>
<p>Depois de terminar os estudos, em 1963, Hans aceitou uma oferta de trabalho como engenheiro assistente na empresa dinamarquesa de plantações <a href="http://www.unitedplantations.com/">United Plantations</a>. Cruzou o mundo até à Malásia, onde viveu durante os 21 anos seguintes. O seu posto era numa plantação de óleo de palma, rodeada por uma selva densa, onde apenas se chegava de barco ou de avião. Hans preferiu o transporte aéreo e depressa aprendeu a pilotar a sua pequena avioneta. Na United Plantations trabalhou com matérias-primas tropicais, como óleo de palma, óleo de coco, cacau e chá, tornando-se engenheiro-chefe e, mais tarde, director técnico. Na Malásia, Hans estava sempre à procura de novos desafios técnicos e, com o tempo, acabou por criar novas máquinas na oficina da empresa e novas formas de as usar. Esta procura constante de métodos novos trouxe também à sua adega máquinas e técnicas inovadoras para a indústria vinícola portuguesa. Em 1984, Hans e a sua esposa americana, que ele conheceu na Malásia, decidiram deixar o Oriente e regressar à Europa.</p>
<p>Em vez de voltarem para a Dinamarca, Hans e Carrie compraram um veleiro, desenhado por <a href="http://johnillingworth.blogspot.com/">John H Illingworth</a> (do famoso <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gipsy_Moth_IV">Gypsy Moth IV</a>), e velejaram pela Europa à procura de um lugar para plantar vinha e criar família. A caminho do Mediterrâneo, o barco atracou em Portugal e aí ficou. Compraram as Cortes de Cima em 1988, uma herdade no Alentejo, e, com muito trabalho e dedicação, transformaram-na numa das principais produtoras de vinho e de azeite de Portugal. Os seus dois filhos, Thomas e Anna, nasceram em Portugal e frequentaram escolas alentejanas. Partiram, depois, para a Dinamarca, a terra natal do pai, para prosseguirem os seus estudos secundários e superiores.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4960" href="http://cortesdecima.com/general/a-danish-winemaker-pioneer-in-portugal/attachment/familyarch100330-2/"><img class="aligncenter" title="FamilyArch100330" src="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2010/04/FamilyArch1003301-199x300.jpg" alt="" height="200" /></a></p>
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		<title>A &#8220;Rainha da Meloa&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 06:31:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carrie</dc:creator>
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Um dos pequenos prazeres dos longos e quentes meses de Verão no Alentejo advém da abundância de melões maduros, deliciosos e baratos. No decorrer desta época do ano surgem no mercado diferentes variedades, e a maior parte dos alentejanos obedece a uma hierarquia pré-definida, ou seja, comer a variedade de melão perfeito na altura certa. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2008/08/melonpicking.jpg" target="_blank"><img class="left" title="Apanha do Melão" src="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2008/08/melonpicking-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos pequenos prazeres dos longos e quentes meses de Verão no Alentejo advém da abundância de melões maduros, deliciosos e baratos. No decorrer desta época do ano surgem no mercado diferentes variedades, e a maior parte dos alentejanos obedece a uma hierarquia pré-definida, ou seja, comer a variedade de melão perfeito na altura certa. Mas nós, por uma razão simples, temos uma preferência especial pelos <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mel%C3%A3o" target="_blank">melões Gália</a>, e comemos apenas esta variedade, se não estiverem verdes, zelosamente, três vezes por dia enquanto a oferta de Verão durar! Acompanham na perfeição quase todas as refeições, mas são divinais quando servidos com uma fina fatia de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Presunto" target="_blank">presunto de porco preto</a> ibérico ou com o amanteigado queijo de ovelha ‘<a href="http://qvaleguadiana.com" target="_blank">Serpa&#8217;</a>. Saboreá-los com um Cortes de Cima <a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/syrah/" target="_blank">Syrah</a> fresco ou com um <a href="http://cortesdecima.com/pt/products/wines/chamine-branco/" target="_blank">Chaminé branco</a>&#8230; que refeição para apreciar na sombra da varanda quando o mercúrio atinge os 35 graus!</p>
<p>Depois de iniciarmos a plantação das nossas vinhas em 1991, e até elas começarem a produzir uvas, tivemos de arranjar algumas soluções para manter as contas pagas, e por isso lançámo-nos em várias aventuras hortícolas, por vezes em conjunto com os nossos vizinhos agricultores. Cultivámos cebolas, brócolos e tomates, que mais tarde secámos num forno industrial construído pelo Hans, para obtermos uns deliciosos tomates secos. Durante alguns anos, os tomates secos Cortes de Cima estavam disponíveis nos melhores supermercados em Portugal, e também foram exportados.</p>
<p>Mas a cultura mais bem-sucedida foi a dos melões Galia. Beja está situada numa área de planícies férteis, e no início da Primavera muitos hectares do seu solo vermelho-escuro era pintalgado por estas jovens plantas. A maior parte delas era coberta, formando pequenas fileiras de túneis de plástico que protegiam os rebentos sensíveis da chuva e dos ventos frios primaveris. Nessa altura, chegámos a ter mais de 30 hectares plantados com fileiras de melões protegidos por esses pequenos túneis, e fomos um dos maiores produtores particulares na região. Com muito trabalho e sorte, os nossos primeiros melões podiam ser apanhados a meio de Maio, e atingiam preços muito elevados nos mercados de fruta fresca em Lisboa. A meio de Julho, quando o mercado estava saturado e os preços já não compensavam, parávamos a colheita e deixávamos o resto para os porcos pretos ibéricos se deliciarem.</p>
<p>A determinada altura desta aventura dos melões, descobri que, nas redondezas, tinha sido apelidada de ‘rainha do melão&#8217;, devido ao nosso sucesso no mercado, conseguindo um preço Premium para a melhor qualidade. Era comum ver compradores alinhando as suas carrinhas em frente ao nosso alpendre antes de o nascer do sol, na tentativa de serem os primeiros a escolher os melhores melões, privilégio que permitíamos sob a condição do pronto pagamento!</p>
<p>Os melões eram apanhados completamente maduros e servidos nos restaurantes no dia seguinte, através do tradicional sistema de mercado, antes de o sistema de distribuição dos supermercados passar a controlar o processo, e acabar definitivamente com este tipo de oferta local. Hoje, é raro ver campos de melões à volta de Beja, e mais difícil ainda é ver os habitantes da região comprarem melões nacionais &#8211; ou, na verdade, qualquer fruta ou vegetais oriundos de Portugal &#8211; nos grandes e omnipresentes supermercados.</p>
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		<title>Rebeldes com uma Causa!</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 14:44:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carrie</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2008/06/141-image.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-150" style="float: right;" title="Hans Jorgensen" src="http://cortesdecima.com/wp-content/uploads/2008/06/141-image.jpg" alt="Hans Jorgensen" width="233" height="192" /></a>Eu consigo ouvir as pessoas dizerem (e é possível que seja o primeiro comentário que alguém irá fazer a este post): Oh não, mais um blog de um produtor de vinhos! A verdade é que reparei, neste curto período de tempo em que decidimos criar o blog das Cortes de Cima, que,  à excepção de Portugal, já há numerosos blogs de produtores de vinhos por aí fora – <a href="http://winefarmer.wordpress.com/">Wine Farmer</a>, <a href="http://www.mankashills.com/">Mankas Hills</a>, <a href="http://www.anneamie.com/">Anne Amie</a>, <a href="http://www.dovercanyon.com/">Dover Canyon</a>, <a href="http://tintoralba.com/">Tintoralba</a>, <a href="http://www.kinkeadridge.com/">Kinkead Ridge</a>, para referir alguns. Sem surpresas, a maioria são americanos e na Península Ibérica os espanhóis são os pioneiros. Mas o que me impressionou mais foi descobrir que muitos são excelentes! Wow! Saber que as vinhas e as companhias não têm apenas a capacidade de produzir grandes e inspiradores vinhos mas também o potencial de produzir grande e inspiradora prosa.</p>
<p>Cortes de Cima é conhecida em Portugal como pioneira ou até mesmo renegada. Talvez porque chegámos como estrangeiros há vinte anos atrás, e tendemos sempre fazer as coisas de maneira diferente, às vezes até tocando o &#8220;ilegal&#8221;. Fomos pioneiros portugueses ao criar o nosso website em 1999, e pioneiros outra vez ao sermos a primeira adega a vender online. Uma vez mais, somos pioneiros em Portugal ao iniciar este blog, e iremos fazer o possível para respeitar a citação do Bob Dylan impressa no contra-rótulo do nosso vinho &#8220;ilegal&#8221; Incógnito – &#8220;Para viver fora da lei tens que ser honesto&#8221;. Esperamos conseguir oferecer a todos um conhecimento &#8220;honesto&#8221; dos afazeres diários nas Cortes de Cima, mesmo quando estamos um pouco &#8220;fora da lei&#8221;… (e voltarei a este assunto mais tarde!).</p>
<p>Ate breve,</p>
<p>Carrie Jorgensen</p>
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