no Vino Veritas em Macau
Há muito que Macau é um bom mercado para os vinhos nacionais. Os portugueses chegaram a essas paragens pela primeira vez em 1550 e depressa passaram aos seus anfitriães macaenses o seu gosto pelo vinho do Porto e pelos vinhos de mesa. A seguir à transferência da soberania de Macau para a China, os seus 551.900 habitantes viram a sua prosperidade aumentar a uma velocidade estonteante. Actualmente, a economia é alimentada pelos grandiosos hotéis e casinos, que têm crescido como cogumelos nos últimos quatro anos, e que, apesar do abrandamento económico, continuam a ser construídos a um ritmo alucinante.
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Estes gigantes são templos de luxúria e opulência, a rebentar pelas costuras com suites VIP decoradas com o melhor mobiliário, lojas de objectos de design e restaurantes de primeira categoria com incríveis menus gourmet, confeccionados por chefs internacionais com os melhores ingredientes trazidos de todos os cantos do mundo, e incluindo listas exaustivas dos vinhos mais conceituados. É fácil perceber por que razão é um bom mercado para os produtores escoarem os seus vinhos mais caros! As Cortes de Cima começaram a vender os seus vinhos em Macau antes desta recente febre de construção de locais de jogo, através do importador Vino Veritas, representado por Tomás Pimenta, que nasceu em Portugal mas tornou-se macaense após mais de vinte anos a residir neste posto avançado sino-português.
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Foi a feira Wine and Gourmet Asia 2008 que me levou a Macau neste mês de Novembro. Decorreu no opulento Venetian Macao , situado na Cotai Strip, o maior hotel da Ásia e o terceiro maior edifício do mundo, ostentando 3000 suites e um casino com 51 000 metros quadrados – o maior do mundo. Digamos, simplesmente, que é ENORMEEEE!








