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As ousadias dos Jorgensen entre o Alentejo e o mar - Fugas, Público

"É frequente dizer-se que por detrás de um grande vinho há-de haver uma grande história e, neste particular, Hans e Carrie Jorgensen têm uma bela história para embrulhar os vinhos de Cortes de Cima.

É uma história que, ao contrário do que normalmente acontece com as criações do marketing, se reflecte na permanente procura de coisas novas, no cuidado com os vinhos, na procura da eficiência e da sustentabilidade e, claro está, no perfil dos tintos e brancos que fazem já lá vão quase 25 anos.

A história dos Jorgensen e da Cortes de Cima é, por isso, uma história inacabada, que começa no calor do Alentejo e num golpe de ousadia se estendeu até ao mar, que passa por tintos em zona de brancos e brancos em zona de vinho nenhum, que implica o experimentalismo permanente nas podas, nas mondas, na condução da vinha, o risco de plantar castas novas em territórios desconhecidos, centenas de microvinificações e uma quase obsessão em pensar a longo prazo. Sim, Cortes de Cima tem uma história que marcou e está a marcar indelevelmente a história do Alentejo — e por arrastamento do vinho português contemporâneo."

Manuel Carvalho, na Revista Fugas (Público) em 25.08.2018

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