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Pontuações VINHO Grandes Escolhas - Janeiro 2018

Pontuações VINHO Grandes Escolhas // Janeiro 2018

17, 5 – Cortes de Cima Pinot Noir 2015

“Não e fácil fazer um bom Pinot Noir em Portugal, e no Alentejo muito menos, mas a costa vicentina fez a diferença neste belo tinto, que impressiona pela grande expressão da casta (cerejas, ginjas, framboesas), a fruta acompanhada de notas de terra húmida, cogumelos, com excelente acidez, frescura, profundidade e elegância. Um belíssimo Pinot, uma enorme surpresa.” - Luís Lopes

17 – Cortes de Cima Syrah 2014

“Sente-se bem a casta no aroma profundo, com o típico toque de borracha, bagas silvestres bem maduras. Cheio e acetinado, com fruta de ameixa e mirtilos muito pura e saborosa, notas de pimentas e outras especiarias, tudo envolvido por um belo equilíbrio ácido, num registo sumarento e rico. Quem quiser descobrir a que cheira e sabe um Syrah, tem aqui um exemplar perfeito.” - Luís Lopes

16,5 – Cortes de Cima Branco 2016

“Alvarinho, Viognier e Sauvignon Blanc. Ainda fechado de aroma, contido, “explode” depois na boca, com fruta de qualidade, apontamentos de citrinos, muita tangerina, frutos tropicais, algum floral. Untuoso, mas com belo equilíbrio ácido, sumarento, deixa um sabor fino e longo no final. Mais algum tempo de garrafa só lhe fará bem.” - Luís Lopes

16,5 – Cortes de Cima Alvarinho 2016 - A Escolha de João Paulo Martins

“Saber se vale a pena fazer Alvarinho no Alentejo será uma discussão eterna. Mas Cortes de Cima, ao tirar partido das vinhas bem perto do mar dá aqui um passo em frente para mostrar que o vinho pode resultar muito bem, vivo e cheio de frescura.”

“Do aroma desprendem-se notas frescas e marítimas, com fruta branca, sensações citrinas e um ambiente jovem e estival. A prova de boca traz-nos um vinho de acidez elevada, mas segura e capaz de proporcionar muito boa prova.” - João Paulo Martins

16 - Dois Terroirs 2014

“… As três castas mostram o que cada uma tem de bom, em termos de corpo, fruta e elegância, num perfil de grande suavidade e polimento, mas mantendo uma certa garra a prolongar o final. Um tinto cheio de fruto, equilibrado e prazeroso.” - Luís Lopes, VINHO Grandes Escolhas, jan/2018